domingo, 7 de junho de 2015

Qualidade e Resiliência

Resiliência é a habilidade de se adaptar e superar com sucesso frente aos desafios e às situações estressantes. É a superação das adversidades de forma saudável e construtiva.
O termo é oriundo da física, trata-se da capacidade dos materiais de resistirem aos choques e pressões sem alterar suas qualidades.
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Nos anos recentes o termo foi incorporado pelas ciências humanas e expressa a capacidade de um ser humano de superar adversidades.

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A resiliência foi definida por Garmezy (1984) como resistência ao estresse ou invulnerabilidade frente a condições adversas.
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O individuo resiliente não apresenta problemas comportamentais e emocionais frente a estressores.
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Muitas mudanças costumam ocorrer na vida pessoal, novos desafios estão sempre surgindo, sendo assim, é importante aprender a lidar adequadamente com os desafios.
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A resiliência está na superação das dificuldades, a pessoa resiliente "dá a volta por cima" diante dos percalços. Mesmo diante de situações de stress consegue ser produtiva, aprende e se desenvolve.


Inteligência Emocional

O que torna algumas pessoas mais bem-sucedidas que outras no trabalho e na vida? QI e ética são importantes, mas não é tudo. Nossa inteligência emocional - o modo como gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos outros - pode ter um papel crítico para determinar nossa felicidade e nosso sucesso.
Platão disse que todo aprendizado tem uma base emocional, e talvez ele tenha razão. O modo como interagimos com nossas emoções e as regulamos tem repercussões em quase todos os aspectos de nossa vida. Para colocar em termos coloquiais, a inteligência emocional (IE) é como a "sabedoria da rua", em oposição à "sabedoria dos livros", e é responsável por grande parte da capacidade de uma pessoa de navegar com eficiência pela vida.
"Quem tem inteligência emocional geralmente é confiante, sabe trabalhar na direção de suas metas, é adaptável e flexível. Você se recupera rapidamente do estresse e é resistente", disse ao Huffington Post o psicólogo Daniel Goleman, autor de "Focus: The Hidden Driver of Excellence" [“Foco: O Motor Oculto da Excelência”]. "A vida corre muito mais suavemente se você tiver boa inteligência emocional."
Os cinco componentes da IE, como definidos por Goleman, são autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia. Podemos ser fortes em algumas dessas áreas e deficitários em outras, mas todos temos o poder de melhorar em qualquer uma delas.

1. Você sente curiosidade sobre pessoas que não conhece.
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Você gosta de conhecer novas pessoas e naturalmente tende a fazer muitas perguntas depois de ser apresentado a alguém? Nesse caso, tem um certo grau de empatia, um dos principais componentes da IE. Pessoas altamente empáticas - as que estão extremamente sintonizadas com as necessidades e os sentimentos dos outros, e agem de uma maneira sensível a essas necessidades - têm uma coisa importante em comum: são muito curiosas sobre estranhos e se interessam genuinamente em saber mais sobre os outros.
Ter curiosidade sobre os outros também é uma maneira de cultivar a empatia. "A curiosidade expande nossa empatia quando conversamos com pessoas de fora do nosso círculo social habitual, encontrando vidas e visões de mundo muito diferentes das nossas", escreveu Roman Krznaric, autor do livro "Empathy: A Handbook For Revolution" [“Empatia: Um Manual para a Revolução”], em seu blog Greater Good.
2. Você é um ótimo líder.
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Líderes excepcionais costumam ter uma coisa em comum, segundo Goleman. Além dos tradicionais requisitos para o sucesso - talento, ética profissional e ambição, por exemplo -, eles possuem um alto grau de inteligência emocional. Em sua pesquisa comparando os que se saíram extremamente bem em papéis de liderança com aqueles que eram simplesmente medianos, ele descobriu que cerca de 90% da diferença em seus perfis se devia à IE, e não à capacidade cognitiva.
"Quanto mais alta a categoria de uma pessoa considerada um ator excelente, mais capacidades de inteligência emocional apareciam como motivo de sua eficácia", escreveu Goleman na "Harvard Business Review".
3. Você conhece suas forças e suas fraquezas.
Um grande fator da autoconsciência é ser honesto consigo mesmo sobre quem você é - saber onde você se sai muito bem e onde você tem dificuldade, e aceitar essas coisas. Uma pessoa emocionalmente inteligente aprende a identificar suas áreas de força e de fraqueza e analisa como pode trabalhar com maior eficácia dentro desse quadro. Essa consciência gera a autoconfiança, que é um dos principais fatores da IE, segundo Goleman. "Se você sabe em que é realmente eficaz, pode operar a partir dessa confiança", diz ele.
4. Você sabe prestar atenção.
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Você é distraído por cada tuíte, mensagem e pensamento que passa por sua cabeça? Nesse caso, isso pode estar impedindo que você funcione em seu mais alto nível de inteligência emocional. Mas a capacidade de suportar distrações e se concentrar na tarefa a ser feita é um grande segredo da inteligência emocional, diz Goleman. Sem estar presente consigo mesmo e com os outros, é difícil desenvolver autoconsciência e relacionamentos fortes. "Sua capacidade de se concentrar no trabalho que está fazendo ou na sua tarefa escolar, e deixar para ler aquela mensagem ou jogar aquele videogame quando terminar - seu nível de eficiência nesse aspecto durante a infância vem a ser um fator de previsão mais forte de seu sucesso financeiro quando adulto do que seu QI ou a riqueza de sua família", diz Goleman. "E podemos ensinar as crianças a fazer isso."
5. Quando você está chateado, sabe exatamente por quê.
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Todos nós experimentamos uma série de flutuações emocionais ao longo do dia, e muitas vezes nem sequer compreendemos o que está causando uma onda de raiva ou de tristeza. Mas um aspecto importante da autoconsciência é a capacidade de reconhecer de onde vêm suas emoções e saber por que você está chateado. Autoconsciência também se trata de reconhecer as emoções quando elas brotam, em vez de identificá-las mal ou ignorá-las. Pessoas emocionalmente inteligentes recuam um passo diante das emoções, examinam o que estão sentindo e o efeito dessa emoção sobre elas.
6. Você se dá bem com a maioria das pessoas.
"Ter relacionamentos satisfatórios e eficazes - esse é um sinal [de inteligência emocional]", diz Goleman.
7. Você se importa profundamente em ser uma pessoa boa e moral.
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Um aspecto da IE é nossa "identidade moral", que tem a ver com a extensão em que queremos ver a nós mesmos como pessoas éticas e cuidadosas. Se você é uma pessoa que se importa em construir esse lado de si mesma (independentemente de como você atuou em situações morais anteriores), pode ter um alto índice de IE.
8. Você se dá um tempo para desacelerar e ajudar os outros.
Se você criar o hábito de desacelerar para prestar atenção nos outros, seja saindo ligeiramente do seu caminho para cumprimentar alguém ou ajudar uma mulher idosa no metrô, você demonstra inteligência emocional. Muitas pessoas, uma boa parte do tempo, estão completamente concentradas em si mesmas. E com frequência é porque estamos tão ocupados correndo em um estado de estresse, tentando fazer as coisas, que simplesmente não temos tempo para perceber os outros, quanto menos ajudar.
"[Existe um] espectro que vai da total autoabsorção a perceber e a sentir empatia e compaixão", disse Goleman em uma palestra TED sobre compaixão. "O simples fato é que se estivermos focados em nós mesmos, se estivermos preocupados - o que muitas vezes estamos durante o dia todo -, realmente não perceberemos totalmente o outro." Ser mais atencioso, em contraste com estar absorvido em seu mundinho, planta as sementes da compaixão - um componente crucial da IE.
9. Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas.
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Ser capaz de sentir como os outros estão se sentindo é uma parte importante de ter uma boa IE. Faça este teste da Universidade da Califórnia em Berkeley (em inglês) para descobrir sua eficiência em ler as emoções dos outros.
10. Depois de cair você se levanta rapidamente.
Como você lida com os erros e reveses diz muito sobre quem você é. Indivíduos com alta IE sabem que se há uma coisa que todos temos de fazer na vida é seguir em frente. Quando uma pessoa emocionalmente inteligente sofre um fracasso ou revés, ela é capaz de se recuperar rapidamente. Isto acontece em parte por causa da capacidade de experimentar com atenção as emoções negativas sem deixar que elas saiam do controle, o que oferece um grau mais alto de resistência.
"A pessoa resistente não fica presa às emoções negativas, mas deixa que elas fiquem lado a lado com outros sentimentos", disse Barbara Fredrickson, autora de "Positivity" [Positividade], à "Experience Life". "Por isso, ao mesmo tempo que elas estão sentindo 'estou triste por causa disso', também tendem a pensar 'mas estou grata por isto'."
11. Você é um bom juiz de caráter.
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Você sempre consegue ter a sensação de quem uma pessoa é desde o início - e suas intuições raramente se enganam.
12. Você confia em seu instinto.
Uma pessoa com inteligência emocional é alguém que se sente à vontade seguindo sua intuição, diz Goleman. Se você é capaz de confiar em si mesmo e em suas emoções, não há motivo para não escutar aquela voz interior (ou aquela sensação na barriga) que lhe diz que caminho deve seguir.
13. Você sempre foi automotivado.
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Você sempre foi ambicioso e trabalhador quando criança, mesmo quando não era recompensado por isso? Se você é uma pessoa atuante e motivada - e consegue focar sua atenção e sua energia para perseguir seus objetivos -, provavelmente tem um alto nível de IE.
14. Você sabe dizer não.
Autorregulação, um dos cinco componentes da inteligência emocional, significa ser capaz de se disciplinar e evitar hábitos insalubres. As pessoas dotadas de IE geralmente são bem equipadas para tolerar o estresse (um gatilho dos maus hábitos para muitas) e controlar seus impulsos, segundo Goleman.

Curtigrama

Porque nem sempre podemos fazer tudo que queremos?Fazemos o que não gostamos? Ou deixamos de lado esse importante ponto, e passamos a agir apenas por necessidade?

     Ao contrario do que se diz popularmente, querer não é poder... desejar algo, pode ser o inicio de uma grande realização ou mudança.Os jardins precisam existir primeiro na alma para depois, existirem externamente. Sonhar, desejar é essencial a vida, porém, é preciso transformar os sonhos em metas e agir.
     Não basta idealizarmos um paraíso, como por exemplo um mundo perfeito com pessoas perfeitas e blá blá blá, é necessário pensar, mas principalmente fazer algo à respeito, idealizar é bom, mas realizar é melhor ainda!
      A realidade é essa, não podemos fazer tudo que queremos, isso é obvio... Mas precisamos ter em mente que, nem sempre o que gostamos de fazer é o que nos convém, isso muda, e cada situação é uma situação com sua singularidade em destaque.
      Há uma teoria por trás desse "querer não é poder"- como sempre há uma teoria para tudo.

O mundo somente se importa com o que pode obter de você
Duas palmas de mãos para cima
Digamos que a pessoa que você ame acabou de ser baleada. Ele ou ela está agonizando na rua, sangrando e chorando. Um cara aparece do nada e diz, “Afastem-se”. Ele observa o ferimento de bala em sua amada e puxa um canivete: ele vai operá-la ali mesmo na rua.
"OK, quem é doente aqui?"
“OK, quem é doente aqui?”
Você pergunta: Você é médico”?
O cara diz: “Não”.
Você diz: “Mas você sabe o que está fazendo, certo? Você é um médico aposentado, ou…”
Nesta hora o cara parece incomodado. Ele diz a você que é um cara legal, honesto, que nunca se atrasou para nada. Ele diz que é um grande filho e tem uma vida cheia de Hobbies saudáveis, e ele se gaba de nunca ter falado palavrão na vida.
Confuso, você diz: “Como diabos qualquer dessas coisas importam quando minha (mulher/esposa/mãe/ melhor amiga) está morrendo aqui, sangrando? Eu preciso de alguém que saiba como operar ferimentos de bala! Você pode fazer isso ou não?!”
Agora o homem fica agitado: por que você está sendo tão superficial e egoísta? Você não se importa com nenhuma das outras qualidades dele! Você não o ouviu dizendo que ele sempre se lembra do aniversário da namorada? Mesmo sabendo de tudo isso sobre ele, realmente a única coisa a qual você se importa é se ele sabe como fazer um cirurgia?
Naquele momento de pânico, você irá sacudi-lo com suas mãos ensanguentadas, berrando: Sim, estou dizendo que nenhuma dessas merdas importam, porque nesta situação específica, eu preciso somente de alguém que possa parar o sangramento, seu maluco desgraçado filho-da-mãe!!!!
Médico, Homem, coçando a cabeça
“Eu não entendi. Irá ajudar se eu colocar um jaleco? Espere um minuto, deixe eu só pegar um aqui…”
Então aqui está minha terrível verdade sobre o mundo adulto: você está nesta situação singular em todo simples dia. Só que você é o cara confuso com o canivete. A sociedade inteira é a vítima ferida de tiro.
Se você quer saber por que a sociedade parece afastar-se de você, ou por que você não consegue ter o respeito dela, é porque a sociedade está cheia de pessoas que precisam de coisas. Elas precisam que suas casas sejam construídas, de comida para comer, entretenimento, de relações sexuais prazerosas. Você surge nesta cena de emergência, segurando seu canivete, desde o seu nascimento: no momento em que você veio ao mundo, você começou a fazer parte do sistema projetado exclusivamente para atender as necessidades das pessoas.
"Aqui está a porcaria que você pediu. Agora caia fora!"
“Aqui está a porcaria que você pediu. Agora caia fora!”
Ou você irá cumprir a tarefa de encarar essas necessidades aprendendo uma gama única de habilidades, ou o mundo irá rejeitar você, não importa o quanto gentil, generoso ou educado você seja. Você será pobre, sozinho e indesejável.
Isto parece ser mal, grosseiro ou materialista? E o amor e gentileza? Essas coisas não importam? É claro. Desde que elas resultem em você fazendo coisas para as pessoas que elas não consigam em outro lugar.Reflita...

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Projetos de Aprendizagem- Trilhas

 
A autoestima e a construção de uma autoimagem
     
     Na ultima aula de Projetos de Aprendizagem, pudemos perceber a importância da autoestima para construção de um ser, a maneira como a pessoa se vê influenciar seu cotidiano, sua vida...
     A maneira como nos sentimos em relação a nós mesmos influencia sobremaneira todos os aspectos de nossa existência. Nossas respostas aos acontecimentos do dia a dia são determinadas pela maneira como nos vemos. A nossa autoestima é a resposta para os nossos sucessos e fracassos, a autoestima tem dois componentes, o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal, é a soma da autoconfiança com o autorrespeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas)  e do direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios direitos e necessidades).

  • Ter uma autoestima elevada é sentir-se adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabou de ser citado. Ter uma autoestima baixa é sentir-se inadequado à vida, desajustado, não sob este ou aquele aspecto, mas desajustado como pessoa.
  • Ter uma autoestima média é oscilar  entre se sentir adequado e inadequado como pessoa e manifestar essa inconsistência  no comportamento, às vezes agindo com sabedoria, às vezes agindo com estupidez, reforçando, portanto, o sentimento de incerteza.
  • Ter uma autoestima inapropriada é sem duvida fonte de muitos problemas. Quando não acreditamos em nós mesmos, ficamos prejudicados em nosso trabalho, em nossos relacionamentos íntimos e acima de tudo deixamos de acreditar em nossa capacidade de superar problemas.

A Capacidade de desenvolver uma autoconfiança e um autorrespeito saudável é inerente a nossa natureza, pois o pensamento é a fonte primordial da nossa competência, e o fato  de estarmos vivos é o bastante para nos garantir o direito de lutar pela felicidade.
É muito fácil nos esquecermos do nosso direito de ser feliz, direito de ter uma vida digna em nossa sociedade onde o ter tomou o lugar do ser aparentemente, porém se nos lembrarmos daquilo que somos verdadeiramente (pessoas maravilhosas, essência divina) e nos chegarmos bem pertinho do nosso verdadeiro ser, sentiremos como somos importantes, como temos valor simplesmente porque somos pessoas humanas.Lembre-se sempre que você é perfeito, lindo e forte de verdade, não importam as situações do externo. Nunca permita que nada, ninguém, nenhuma circunstância externa lhe diga o contrário. Você é maravilhoso e ponto final.

"Apenas acredite no seu potencial, e tenha em mente que você é capaz...O limite é uma questão de pensamento, se você acredita que é possível, pode ter certeza de que nada irá detê-lo. basta apenas acreditar".
#Ibelive

Previsão próxima postagem: 22/05
Tema: Crônicas ( relacionada à saga, e não a gênero literário)
  

domingo, 17 de maio de 2015

A Ficção!

Gênero Fictício



            "A ficção nos permite viver num mundo onde as regras inflexíveis da vida real podem ser quebradas, onde nos libertamos do cárcere do tempo e do espaço, onde podemos cometer excessos sem castigo e desfrutar de uma soberania sem limites; depois, voltar a esse mundo de detalhes insignificantes, obstáculos, limitações barreiras e proibições que nos espreitam de todo o canto e em cada esquina sem nos sentimos enganados."

     Não posso negar que esse é meu gênero literário favorito, eu simplesmente amo! Confesso que as vezes gosto de uma mistura entre Ficção e romance, pra mim é uma aventura à parte... mas... isso nem sempre é possível.

             Ficção é o termo usado para designar uma narrativa imaginária, irreal, ou referir obras (de arte) criadas a partir da imaginação. Em contraste, a não-ficção reivindica ser uma narrativa factual sobre a realidade. Obras ficcionais podem ser parcialmente baseadas em fatos reais, mas sempre contêm algum conteúdo imaginário. 
            Quem começou com esse gênero foi Mary Shelley (1797-1851), considerada a mãe da ficção científica, vieram Júlio Verne (1828-1905) com suas obras sobre viagens fantásticas à lua, ao centro da terra e ao fundo mar e depois, H. G. Wells (1866-1946) com suas invasões extraterrenas, viagens no tempo e homens invisíveis.
        A história da ficção científica foi classificada segundo um estudo publicado por Isaac Asimov em três períodos: a “Era Clássica” (até 1926), a “Era Gernsback” (de 1926 a 1938) e a terceira Era, de 1938 até os dias atuais, porém sua classificação não se limitava aos períodos literários da ficção científica e sim, englobava as revistas especializadas que começaram a surgir na segunda era e as adaptações para o cinema e televisão a partir da terceira Era.
Outras classificações costumam delimitar a história da ficção científica de forma diferente: Era Clássica, de 1818 a 1938, Era Dourada, de 1938 a 1960, New Wave, de 1960 a 1980, e a fase Cyberpunk, de 1980 aos dias atuais.
          Seguindo a classificação de Asimov, podemos dizer que a “Era Clássica” da ficção científica, foi uma era ainda não muito bem limitada e sem um denominador apropriado que a distinguisse das histórias fantásticas. Mas também foi uma era muito criativa onde surgiram os principais temas da ficção científica como as viagens para fora da terra, as histórias sobre criaturas especiais e a única onde predominou a literatura como forma de expressão da ficção científica. Na Era Gernsback, por exemplo, predominam as revistas especializadas e as “Comic Strips”. Em 1926, ano que, segundo Asimov, demarca o fim da Era Clássica, foi criada a revista Amazing Stories por Hugo Gernsback (daí o porquê da próxima era se chamar “Era Gernsback”). Foi ele também quem cunhou o termo “ficção científica” em 1929. Este período careceu de grandes escritores e sofreu com a propagação de histórias não muito bem produzidas que contribuíram para criar um estigma de que a ficção científica não era um ramo a ser levado a sério na literatura. Por outro lado, foi nesse período que a ficção científica se popularizou e se Júlio Verne foi o pai da ficção científica, então foi Gernsback o pai da ficção científica moderna.
            A próxima era, a última segundo Asimov e 2ª de acordo com outras classificações que a chamam de “Era Dourada”, foi o período em que a ficção científica se redimiu e adquiriu o status de gênero literário devido ao excelente trabalho de escritores como o próprio Isaac Asimov, Artur C. Clark, Robert Heinlein, John W. Campbell e Ray A. Bradbury, embora Ray não gostasse de ser classificado como escritor de ficção científica. John W. Campbell teve um papel importantíssimo nessa fase ao se tornar editor da revista Astouding Stories, rebatizada por ele de Astouding Science Fiction, onde se propôs a publicar textos de autores que viam na ficção científica um ramo literário digno e promissor.
           Foi nessa época, mais precisamente em 1941, que Wilson Tucker cunhou o termo “space opera” para denominar um sub-gênero da ficção científica (foi mais um filho bastardo). Mas, foi nessa época também, que começou a dar sinais a Social Science Fiction, uma ficção científica mais racional e voltada para as implicações sociais e humanas influenciados por obras de escritores como George Orwell (1984) e Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo e As Portas da Percepção).
A fase conhecida como New Wave (Nova Onda) foi o período em que a Social Science Fiction, tomou forma. A ficção científica da Era Dourada com viagens espaciais, seres extraterrestres e mocinhos, viu surgir questões humanas mais profundas, cenários sombrios e mais pessimistas da evolução tecnológica. Destacaram-se neste período escritores como William Burroughs, J. G. Ballard, Philip K.
          A última fase, chamada de Cyberpunk, teve como seu maior expoente William Gibson (Neuromancer, de 1984) e é demarcada por uma forte assimilação da cultura de massa. É nesta época que são assimilados conceitos como: hackers, a dominação do mundo por grandes corporações, computadores, etc.
           Alguns escritores atuais: Cory Doctorow (“Down and Out in the Magic Kingdom” e “Eastern Standard Tribe”) que foi o primeiro a disponibilizar toda sua obra pela Creative Commons, Charles Stross (Accelerando), Alastair Reynolds, Ricahrd K. Morgan, Dan Simmons, Steph Swaiston.

Principais obras:

As Crônicas Marcianas, de Ray Bradbury
Hoje, depois que os relatos de sondas e jipes-robô já pintaram em nossa mente um quadro do Planeta Vermelho repleto de modorrentas planícies pedregosas, parece consenso que não há muita coisa para se ver e fazer em Marte.
O livro As Crônicas Marcianas, escrito por Ray Bradbury no começo dos anos 1950, descreve um planeta bem diferente - com rios, ruínas de cidades ancestrais e uma decadente civilização de humanoides telepatas - recebendo a visita dos primeiros exploradores e colonos terráqueos e, apesar de o cenário hoje parecer absurdo, os contos ainda permanecem instigantes e profundos.
Bradbury, apelidado de “o poeta da ficção científica”, nos conta histórias singelas, em que foguetes voam para Marte carregados de tábuas e pregos para construir as primeiras cidades, um seguidor de Johnny Appleseed percorre as planícies marcianas plantando sementes de árvores e padres missionários constroem um altar para catequizar os últimos nativos sobreviventes no Planeta Vermelho. Mas também há dramas que abrangem temas pesados como a destruição da natureza, o racismo e a guerra. As Crônicas Marcianas são uma grande alegoria da humanidade, e a moral da história traduz a ideia, presente em toda a obra do autor, de que o mundo poderia dar certo se começássemos tudo de novo, em outro lugar, com um pequeno grupo de pessoas puras.
Eu, Robô, de Isaac Asimov
A criação de máquinas inteligentes e poderosas como os robôs da ficção científica levanta uma questão crucial para a sobrevivência da humanidade: como evitar que essas criaturas, tal como o monstro do Dr. Frankenstein, se voltem contra os seus criadores?
Isaac Asimov conseguiu uma boa solução para esse dilema ao estabelecer as célebres Três Leis da Robótica:
1) Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano seja ferido.
2) Um robô deve obedecer ordens de seres humanos, exceto as que entrem em conflito com a primeira lei.
3) Um robô deve proteger a si mesmo, exceto se isso entrar em conflito com a primeira e/ou com a segunda lei.
Tais regras, escritas de modo indelével nos cérebros dos robôs de Asimov, garantem em sua obra uma coexistência harmoniosa entre seres humanos e robóticos. Em Eu, Robô, uma coletânea de contos inter-relacionados, o autor explora as possibilidades de falha das três leis e apresenta o fascinante imaginário dos cérebros positrônicos criados pelo homem - desde os primeiros autômatos rudimentares construídos para trabalhar na exploração espacial até um mundo e uma época em que os robôs estão tão antromorfizados que não podem ser diferenciados de um ser humano sem um exame demorado.
Saga Uma Odisseia no Espaço, de Arthur C. Clarke
Em 1968, o escritor Arthur C. Clarke e o cineasta Stanley Kubrick lançaram duas obras distintas com o mesmo nome: o livro e o filme 2001: Uma Odisseia no Espaço. Os trabalhos de ambos foram feitos de forma mais ou menos independente, a partir de um argumento de Clarke baseado principalmente em seu conto A Sentinela. A premissa: uma humanidade que começa a explorar o Sistema Solar encontra, na Lua, um misterioso artefato deixado lá por uma civilização extraterrestre.
Na história de 2001, o livro, o artefato é um monolito negro que envia sinais para a região de Saturno (no filme, é Júpiter). Depois da descoberta, a nave Discovery é enviada a Saturno para investigar o destino do sinal e o computador HAL 9000, o cérebro da missão, enlouquece devido a um conflito de ordens e se revolta contra a tripulação. A moral da história, para evitar mais spoilers, é que a exploração do espaço e o contato com extraterrestres levarão a humanidade a um novo salto evolutivo, tão importante quanto aquele que, segundo o livro, foi dado muitos milênios antes, quando um monolito semelhante ao encontrado na Lua transformou uma tribo de primatas na África e deu origem ao homem.
2001 teve três sequências literárias (só a primeira delas virou filme): 201020613001. As duas primeiras se passam nas cercanias de Júpiter e narram os primeiros contatos do homem com outros seres vivos do Sistema Solar, ainda monitorados pelo misterioso monolito. A última se passa em um anel artificial construído pelo homem ao redor da Terra e constitui um desafio para o autor: como imaginar em que estágio o desenvolvimento do homem estará daqui a mil anos? E o que a enigmática civilização que nos monitora de tão longe decidirá sobre o nosso destino?
Saga O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams
Originalmente criada como uma série de rádio escrita por Douglas Adams para a BBC, a saga rendeu cinco livros: O Guia do Mochileiro das GaláxiasO Restaurante no Fim do UniversoA Vida, o Universo e Tudo MaisAté Mais, e Obrigado pelos Peixes e Praticamente Inofensiva (algumas pessoas dirão, talvez, que este último não faz parte da série, e nesse caso eu lhes pedirei, gentilmente, que vão dar um passeio pelos pântanos de Traal). Os livros fazem uma afiada crítica de costumes, apresentam um humor de alta qualidade e ainda explicam de modo singelo conceitos complicados da física e da astronomia.
No universo da obra, Arthur Dent, um inglês meio desajeitado, descobre que seu melhor amigo, o ator desempregado Ford Prefect, é na verdade um alienígena de Betelgeuse que trabalha como repórter de campo do Guia do Mochileiro das Galáxias - tudo no isso no dia em que a Terra é destruída para a construção de uma via expressa interestelar.
Eles escapam da demolição do planeta de carona na nave Coração de Ouro, um artefato movido por um motor de improbabilidade infinita e que tinha sido recém roubado por Zaphod Beeblebrox, presidente da Galáxia e primo de Ford. A bordo da nave, eles encontram a astrofísica terráquea Trillian e o robô depressivo Marvin - responsável por algumas das melhores tiradas da série.
O grupo viaja por diversos sistemas estelares e acaba encontrando a resposta para a pergunta pelo sentido da vida, salvando o Universo da aniquilação e descobrindo a verdade sobre a destruição da Terra.
Encontro com Rama, de Arthur C. Clarke
Num futuro em que a humanidade colonizou boa parte do Sistema Solar, um misterioso artefato cilíndrico aparece na órbita do Sol. Uma equipe de astronautas é enviada para inspecionar o aparelho e descobre que se trata não de uma espaçonave, mas de um planeta inteiro, com um mar, cidades e criaturas vivas.
Qual é a rota de Rama e qual é o objetivo dos seus criadores? Essa é a questão que intriga os exploradores humanos, em meio a um complicado jogo de política interplanetária que opõe as colônias terráqueas do Sistema Solar.
Contos de Philip K. Dick
Philip K. Dick escreveu alguns dos mais inspiradores contos do universo da ficção científica. Vários filmes são baseados na sua obra, como Blade Runner,Minority ReportO Vingador do Futuro e O Pagamento. O futuro concebido pelo autor é distópico e pessimista, e ele dá mais ênfase à “viagem interior”, rumo à consciência e aos mistérios da mente, que às expedições interplanetárias. Seus personagens são geralmente anti-heróis drogados e problemáticos e as histórias são complexas, colocando à prova a nossa crença na realidade que nos cerca.
Algumas de suas obras mais importantes estão na coletânea Realidades Adaptadas, lançada recentemente. Também vale ler O Caçador de Androides, história que inspirou o clássico filme Blade Runner.
Vinte Mil Léguas Submarinas, de Julio Verne
Um dos precursores da ficção científica, o livro Vinte Mil Léguas Submarinas, escrito por Julio Verne no século XIX, narra aventuras em um mundo ainda hoje pouco conhecido: as profundezas do oceano. Os protagonistas são o naturalista Pierre Aronaxx, seu criado Conselho e o truculento arpoador canadense Ned Land. Durante uma expedição da Marinha americana para caçar uma misteriosa criatura que vinha afundando navios ao redor do mundo, eles caem no mar e acabam no ventre do monstro, que, descobrem, não é um animal, e sim um grande submarino elétrico.
Hóspedes/prisioneiros do enigmático Capitão Nemo, o trio viaja a bordo do Nautilus por todos os oceanos e explora a vida e os mistérios das profundezas, dos trópicos aos polos.
Neuromancer, de William Gibson
Clássico representante do gênero cyberbunk, o romance Neuromancer, de William Gibson, apresenta um mundo sujo, pecaminoso, sem heróis, típico de autores como Philip K. Dick. Anos antes da criação da internet, o livro introduz na literatura o conceito de “ciberespaço”: a  “Matrix”, um mundo virtual que pode ser acessado, via implantes neurais, por “cowboys” como Case, o protagonista.
Renegado e contaminado por uma toxina que o impede de entrar na Matrix, Case é reabilitado após ser contratado por um misterioso grupo que quer que ele invada o ciberespaço para roubar dados sigilosos. Acompanhado pela sensual guarda-costas Molly, ele mergulha num mundo de intriga de corporações e cai no jogo de uma poderosa inteligência artificial.
O Planeta dos Macacos, de Pierre Boulle
O livro de Pierre Boulle é menos conhecido que o filme homônimo estrelado por Charlton Heston. A história do filme, baseada no romance, aproveita o clima da Guerra Fria e o medo de uma hecatombe nuclear para mostrar como a humanidade poderia se destruir e ser suplantada por outra raça.
No livro, não há uma Estátua da Liberdade enterrada na areia, como no filme, (ops, um spoiler!), mas o conflito central é o mesmo: um astronauta chega a um longínquo planeta e lá encontra uma civilização de macacos que oprime humanos subdesenvolvidos, tratados como animais selvagens.
O romance é uma alegoria para mostrar que corremos o risco, como civilização, de valorizar mais a imitação que a originalidade e a ideia do autor é que os processos e costumes repetitivos e pouco refletidos da civilização industrial estão levando o homem a uma involução.
Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley
Uma das mais impressionantes distopias da literatura, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, descreve um futuro distante em que a Terra é dominada pelo Estado Mundial, onde Henry Ford é adorado como um deus (literalmente) e as pessoas não nascem mais do ventre materno e sim de linhas de montagem em que são manipuladas e condicionadas para se ajustarem a castas específicas.
Se outras distopias totalitárias apresentam um governo que oprime a sociedade pela dor, o Estado Mundial huxleyano o faz por meio do prazer. Todos os indivíduos de todas as castas, cada qual cumprindo o seu papel social específico, se sentem felizes e realizados graças aos condicionamentos por que passaram desde antes de nascer. E, em casos de depressão residual, basta tomar um comprimido de soma, a droga sem efeitos colaterais desenvolvida pelo governo para erradicar a tristeza.
Huxley faz uma descrição alegórica da sociedade de consumo, da indústria da satisfação, do fetiche da mercadoria, da erotização da infância, mostrando uma ditadura que elimina o indivíduo reduzindo-o ao hedonismo.
Previsão próxima postagem- 20/05
Tema:  Diário escolar e abordagens à crônicas em geral



domingo, 1 de fevereiro de 2015

Ah o romance!

O amor esta no ar... Ou melhor, nas páginas


        Hoje abordaremos o gênero romance, o bom e habitual que tanto autores quanto leitores almejam. Pra começar a falar de alguma coisa, é necessário buscar informações sobre esse assunto, se aprofundar e buscar o conhecimento.
       O gênero romântico moderno é tipicamente um gênero narrativo, assim como a novela e o conto, teve origem na literatura medieval, e sua principal característica é a definição de um casal protagonista ou mais, e também a existência de alguém ou algo que tente impedir essa união (o clichê enjoativo), mas no final sempre acabam ficando juntos, o "Felizes para sempre"

        Como se tudo isso não bastasse, há também alguns romances que adotaram um certo toque de "drama", sempre acontece alguma coisa que afeta a  vida de todos os personagens, mas depois o mocinho da historia( em alguns casos a mocinha), encontra uma solução e todos vivem felizes, isso quando os próprios autores não matam os personagens principais!


As melhores obras do gênero romance na minha opinião


Orgulho e preconceito, Razão e sensibilidade, Emma, Persuasão, A abadia de Northanger, Razão- Obras de Jane Austen, autora britânica, romance com uma pitada de ironia é a sua principal característica.
Romeu e Julieta, Sonhos de uma noite de verão, A megera domada, Antônio e Cleópatra, Otelo, O mouro de Veneza,  Hamlet- Obras do gênio da literatura britânica, William Shakespeare.


Diário de uma Paixão; Um Amor para Recordar; Uma Curva na Estrada; O Guardião; À Primeira Vista; Querido John; Um Homem de Sorte; A Última Música; Um Porto Seguro- Obras de Nicholas Sparks.


Equinócio, a Primavera; Polaris, o Norte; Renascer, o Sol; Missão, o Futuro; A Última Nota (com Felipe Colbert)- Lu Piras


O Mundo de Vidro; Ainda Não te Disse Nada; O Rosto que Precede o Sonho; Dias Melhores Pra sempre- Obras de Mauricio Gomyde


A Bandeja. Qual Pecado te Seduz?; Uma Herança de Amor; A Garota do Outro Lado da Rua; Tortura Cor de Rosa; Entre a Mente e o Coração- Obras de Lycia Barros


   É difícil classificar um livro em apenas um gênero, pois em apenas um livro é possível encontrar aventura, ficção, drama, romance...  Os livros assim como os personagens e os autores são únicos, passam por nossas vidas e deixam uma marca, talvez por se identificar com o personagem, com a história enfim, na verdade não importa...

Previsão da próxima postagem- 08/02
Obrigada pela visita a meu blogger, espero que tenha gostado...




Para sempre- Kim  e Krickitt Carpenter

Cartas para Julieta- Lise Friedman

O céu esta em todo lugar- Jandy Nelson

A probabilidade estatística de amor a primeira vista- Jennifer E. Smith

P.S eu te amo-  Cecelina Ahern

Circo da noite- Erin Morgerstem

Água para elefantes- Sara Gruen

Morro dos ventos uivantes- Emily Bronte
















Tema da próxima postagem- Ficção, obras e autores