quarta-feira, 20 de maio de 2015

Projetos de Aprendizagem- Trilhas

 
A autoestima e a construção de uma autoimagem
     
     Na ultima aula de Projetos de Aprendizagem, pudemos perceber a importância da autoestima para construção de um ser, a maneira como a pessoa se vê influenciar seu cotidiano, sua vida...
     A maneira como nos sentimos em relação a nós mesmos influencia sobremaneira todos os aspectos de nossa existência. Nossas respostas aos acontecimentos do dia a dia são determinadas pela maneira como nos vemos. A nossa autoestima é a resposta para os nossos sucessos e fracassos, a autoestima tem dois componentes, o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal, é a soma da autoconfiança com o autorrespeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas)  e do direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios direitos e necessidades).

  • Ter uma autoestima elevada é sentir-se adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabou de ser citado. Ter uma autoestima baixa é sentir-se inadequado à vida, desajustado, não sob este ou aquele aspecto, mas desajustado como pessoa.
  • Ter uma autoestima média é oscilar  entre se sentir adequado e inadequado como pessoa e manifestar essa inconsistência  no comportamento, às vezes agindo com sabedoria, às vezes agindo com estupidez, reforçando, portanto, o sentimento de incerteza.
  • Ter uma autoestima inapropriada é sem duvida fonte de muitos problemas. Quando não acreditamos em nós mesmos, ficamos prejudicados em nosso trabalho, em nossos relacionamentos íntimos e acima de tudo deixamos de acreditar em nossa capacidade de superar problemas.

A Capacidade de desenvolver uma autoconfiança e um autorrespeito saudável é inerente a nossa natureza, pois o pensamento é a fonte primordial da nossa competência, e o fato  de estarmos vivos é o bastante para nos garantir o direito de lutar pela felicidade.
É muito fácil nos esquecermos do nosso direito de ser feliz, direito de ter uma vida digna em nossa sociedade onde o ter tomou o lugar do ser aparentemente, porém se nos lembrarmos daquilo que somos verdadeiramente (pessoas maravilhosas, essência divina) e nos chegarmos bem pertinho do nosso verdadeiro ser, sentiremos como somos importantes, como temos valor simplesmente porque somos pessoas humanas.Lembre-se sempre que você é perfeito, lindo e forte de verdade, não importam as situações do externo. Nunca permita que nada, ninguém, nenhuma circunstância externa lhe diga o contrário. Você é maravilhoso e ponto final.

"Apenas acredite no seu potencial, e tenha em mente que você é capaz...O limite é uma questão de pensamento, se você acredita que é possível, pode ter certeza de que nada irá detê-lo. basta apenas acreditar".
#Ibelive

Previsão próxima postagem: 22/05
Tema: Crônicas ( relacionada à saga, e não a gênero literário)
  

domingo, 17 de maio de 2015

A Ficção!

Gênero Fictício



            "A ficção nos permite viver num mundo onde as regras inflexíveis da vida real podem ser quebradas, onde nos libertamos do cárcere do tempo e do espaço, onde podemos cometer excessos sem castigo e desfrutar de uma soberania sem limites; depois, voltar a esse mundo de detalhes insignificantes, obstáculos, limitações barreiras e proibições que nos espreitam de todo o canto e em cada esquina sem nos sentimos enganados."

     Não posso negar que esse é meu gênero literário favorito, eu simplesmente amo! Confesso que as vezes gosto de uma mistura entre Ficção e romance, pra mim é uma aventura à parte... mas... isso nem sempre é possível.

             Ficção é o termo usado para designar uma narrativa imaginária, irreal, ou referir obras (de arte) criadas a partir da imaginação. Em contraste, a não-ficção reivindica ser uma narrativa factual sobre a realidade. Obras ficcionais podem ser parcialmente baseadas em fatos reais, mas sempre contêm algum conteúdo imaginário. 
            Quem começou com esse gênero foi Mary Shelley (1797-1851), considerada a mãe da ficção científica, vieram Júlio Verne (1828-1905) com suas obras sobre viagens fantásticas à lua, ao centro da terra e ao fundo mar e depois, H. G. Wells (1866-1946) com suas invasões extraterrenas, viagens no tempo e homens invisíveis.
        A história da ficção científica foi classificada segundo um estudo publicado por Isaac Asimov em três períodos: a “Era Clássica” (até 1926), a “Era Gernsback” (de 1926 a 1938) e a terceira Era, de 1938 até os dias atuais, porém sua classificação não se limitava aos períodos literários da ficção científica e sim, englobava as revistas especializadas que começaram a surgir na segunda era e as adaptações para o cinema e televisão a partir da terceira Era.
Outras classificações costumam delimitar a história da ficção científica de forma diferente: Era Clássica, de 1818 a 1938, Era Dourada, de 1938 a 1960, New Wave, de 1960 a 1980, e a fase Cyberpunk, de 1980 aos dias atuais.
          Seguindo a classificação de Asimov, podemos dizer que a “Era Clássica” da ficção científica, foi uma era ainda não muito bem limitada e sem um denominador apropriado que a distinguisse das histórias fantásticas. Mas também foi uma era muito criativa onde surgiram os principais temas da ficção científica como as viagens para fora da terra, as histórias sobre criaturas especiais e a única onde predominou a literatura como forma de expressão da ficção científica. Na Era Gernsback, por exemplo, predominam as revistas especializadas e as “Comic Strips”. Em 1926, ano que, segundo Asimov, demarca o fim da Era Clássica, foi criada a revista Amazing Stories por Hugo Gernsback (daí o porquê da próxima era se chamar “Era Gernsback”). Foi ele também quem cunhou o termo “ficção científica” em 1929. Este período careceu de grandes escritores e sofreu com a propagação de histórias não muito bem produzidas que contribuíram para criar um estigma de que a ficção científica não era um ramo a ser levado a sério na literatura. Por outro lado, foi nesse período que a ficção científica se popularizou e se Júlio Verne foi o pai da ficção científica, então foi Gernsback o pai da ficção científica moderna.
            A próxima era, a última segundo Asimov e 2ª de acordo com outras classificações que a chamam de “Era Dourada”, foi o período em que a ficção científica se redimiu e adquiriu o status de gênero literário devido ao excelente trabalho de escritores como o próprio Isaac Asimov, Artur C. Clark, Robert Heinlein, John W. Campbell e Ray A. Bradbury, embora Ray não gostasse de ser classificado como escritor de ficção científica. John W. Campbell teve um papel importantíssimo nessa fase ao se tornar editor da revista Astouding Stories, rebatizada por ele de Astouding Science Fiction, onde se propôs a publicar textos de autores que viam na ficção científica um ramo literário digno e promissor.
           Foi nessa época, mais precisamente em 1941, que Wilson Tucker cunhou o termo “space opera” para denominar um sub-gênero da ficção científica (foi mais um filho bastardo). Mas, foi nessa época também, que começou a dar sinais a Social Science Fiction, uma ficção científica mais racional e voltada para as implicações sociais e humanas influenciados por obras de escritores como George Orwell (1984) e Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo e As Portas da Percepção).
A fase conhecida como New Wave (Nova Onda) foi o período em que a Social Science Fiction, tomou forma. A ficção científica da Era Dourada com viagens espaciais, seres extraterrestres e mocinhos, viu surgir questões humanas mais profundas, cenários sombrios e mais pessimistas da evolução tecnológica. Destacaram-se neste período escritores como William Burroughs, J. G. Ballard, Philip K.
          A última fase, chamada de Cyberpunk, teve como seu maior expoente William Gibson (Neuromancer, de 1984) e é demarcada por uma forte assimilação da cultura de massa. É nesta época que são assimilados conceitos como: hackers, a dominação do mundo por grandes corporações, computadores, etc.
           Alguns escritores atuais: Cory Doctorow (“Down and Out in the Magic Kingdom” e “Eastern Standard Tribe”) que foi o primeiro a disponibilizar toda sua obra pela Creative Commons, Charles Stross (Accelerando), Alastair Reynolds, Ricahrd K. Morgan, Dan Simmons, Steph Swaiston.

Principais obras:

As Crônicas Marcianas, de Ray Bradbury
Hoje, depois que os relatos de sondas e jipes-robô já pintaram em nossa mente um quadro do Planeta Vermelho repleto de modorrentas planícies pedregosas, parece consenso que não há muita coisa para se ver e fazer em Marte.
O livro As Crônicas Marcianas, escrito por Ray Bradbury no começo dos anos 1950, descreve um planeta bem diferente - com rios, ruínas de cidades ancestrais e uma decadente civilização de humanoides telepatas - recebendo a visita dos primeiros exploradores e colonos terráqueos e, apesar de o cenário hoje parecer absurdo, os contos ainda permanecem instigantes e profundos.
Bradbury, apelidado de “o poeta da ficção científica”, nos conta histórias singelas, em que foguetes voam para Marte carregados de tábuas e pregos para construir as primeiras cidades, um seguidor de Johnny Appleseed percorre as planícies marcianas plantando sementes de árvores e padres missionários constroem um altar para catequizar os últimos nativos sobreviventes no Planeta Vermelho. Mas também há dramas que abrangem temas pesados como a destruição da natureza, o racismo e a guerra. As Crônicas Marcianas são uma grande alegoria da humanidade, e a moral da história traduz a ideia, presente em toda a obra do autor, de que o mundo poderia dar certo se começássemos tudo de novo, em outro lugar, com um pequeno grupo de pessoas puras.
Eu, Robô, de Isaac Asimov
A criação de máquinas inteligentes e poderosas como os robôs da ficção científica levanta uma questão crucial para a sobrevivência da humanidade: como evitar que essas criaturas, tal como o monstro do Dr. Frankenstein, se voltem contra os seus criadores?
Isaac Asimov conseguiu uma boa solução para esse dilema ao estabelecer as célebres Três Leis da Robótica:
1) Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano seja ferido.
2) Um robô deve obedecer ordens de seres humanos, exceto as que entrem em conflito com a primeira lei.
3) Um robô deve proteger a si mesmo, exceto se isso entrar em conflito com a primeira e/ou com a segunda lei.
Tais regras, escritas de modo indelével nos cérebros dos robôs de Asimov, garantem em sua obra uma coexistência harmoniosa entre seres humanos e robóticos. Em Eu, Robô, uma coletânea de contos inter-relacionados, o autor explora as possibilidades de falha das três leis e apresenta o fascinante imaginário dos cérebros positrônicos criados pelo homem - desde os primeiros autômatos rudimentares construídos para trabalhar na exploração espacial até um mundo e uma época em que os robôs estão tão antromorfizados que não podem ser diferenciados de um ser humano sem um exame demorado.
Saga Uma Odisseia no Espaço, de Arthur C. Clarke
Em 1968, o escritor Arthur C. Clarke e o cineasta Stanley Kubrick lançaram duas obras distintas com o mesmo nome: o livro e o filme 2001: Uma Odisseia no Espaço. Os trabalhos de ambos foram feitos de forma mais ou menos independente, a partir de um argumento de Clarke baseado principalmente em seu conto A Sentinela. A premissa: uma humanidade que começa a explorar o Sistema Solar encontra, na Lua, um misterioso artefato deixado lá por uma civilização extraterrestre.
Na história de 2001, o livro, o artefato é um monolito negro que envia sinais para a região de Saturno (no filme, é Júpiter). Depois da descoberta, a nave Discovery é enviada a Saturno para investigar o destino do sinal e o computador HAL 9000, o cérebro da missão, enlouquece devido a um conflito de ordens e se revolta contra a tripulação. A moral da história, para evitar mais spoilers, é que a exploração do espaço e o contato com extraterrestres levarão a humanidade a um novo salto evolutivo, tão importante quanto aquele que, segundo o livro, foi dado muitos milênios antes, quando um monolito semelhante ao encontrado na Lua transformou uma tribo de primatas na África e deu origem ao homem.
2001 teve três sequências literárias (só a primeira delas virou filme): 201020613001. As duas primeiras se passam nas cercanias de Júpiter e narram os primeiros contatos do homem com outros seres vivos do Sistema Solar, ainda monitorados pelo misterioso monolito. A última se passa em um anel artificial construído pelo homem ao redor da Terra e constitui um desafio para o autor: como imaginar em que estágio o desenvolvimento do homem estará daqui a mil anos? E o que a enigmática civilização que nos monitora de tão longe decidirá sobre o nosso destino?
Saga O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams
Originalmente criada como uma série de rádio escrita por Douglas Adams para a BBC, a saga rendeu cinco livros: O Guia do Mochileiro das GaláxiasO Restaurante no Fim do UniversoA Vida, o Universo e Tudo MaisAté Mais, e Obrigado pelos Peixes e Praticamente Inofensiva (algumas pessoas dirão, talvez, que este último não faz parte da série, e nesse caso eu lhes pedirei, gentilmente, que vão dar um passeio pelos pântanos de Traal). Os livros fazem uma afiada crítica de costumes, apresentam um humor de alta qualidade e ainda explicam de modo singelo conceitos complicados da física e da astronomia.
No universo da obra, Arthur Dent, um inglês meio desajeitado, descobre que seu melhor amigo, o ator desempregado Ford Prefect, é na verdade um alienígena de Betelgeuse que trabalha como repórter de campo do Guia do Mochileiro das Galáxias - tudo no isso no dia em que a Terra é destruída para a construção de uma via expressa interestelar.
Eles escapam da demolição do planeta de carona na nave Coração de Ouro, um artefato movido por um motor de improbabilidade infinita e que tinha sido recém roubado por Zaphod Beeblebrox, presidente da Galáxia e primo de Ford. A bordo da nave, eles encontram a astrofísica terráquea Trillian e o robô depressivo Marvin - responsável por algumas das melhores tiradas da série.
O grupo viaja por diversos sistemas estelares e acaba encontrando a resposta para a pergunta pelo sentido da vida, salvando o Universo da aniquilação e descobrindo a verdade sobre a destruição da Terra.
Encontro com Rama, de Arthur C. Clarke
Num futuro em que a humanidade colonizou boa parte do Sistema Solar, um misterioso artefato cilíndrico aparece na órbita do Sol. Uma equipe de astronautas é enviada para inspecionar o aparelho e descobre que se trata não de uma espaçonave, mas de um planeta inteiro, com um mar, cidades e criaturas vivas.
Qual é a rota de Rama e qual é o objetivo dos seus criadores? Essa é a questão que intriga os exploradores humanos, em meio a um complicado jogo de política interplanetária que opõe as colônias terráqueas do Sistema Solar.
Contos de Philip K. Dick
Philip K. Dick escreveu alguns dos mais inspiradores contos do universo da ficção científica. Vários filmes são baseados na sua obra, como Blade Runner,Minority ReportO Vingador do Futuro e O Pagamento. O futuro concebido pelo autor é distópico e pessimista, e ele dá mais ênfase à “viagem interior”, rumo à consciência e aos mistérios da mente, que às expedições interplanetárias. Seus personagens são geralmente anti-heróis drogados e problemáticos e as histórias são complexas, colocando à prova a nossa crença na realidade que nos cerca.
Algumas de suas obras mais importantes estão na coletânea Realidades Adaptadas, lançada recentemente. Também vale ler O Caçador de Androides, história que inspirou o clássico filme Blade Runner.
Vinte Mil Léguas Submarinas, de Julio Verne
Um dos precursores da ficção científica, o livro Vinte Mil Léguas Submarinas, escrito por Julio Verne no século XIX, narra aventuras em um mundo ainda hoje pouco conhecido: as profundezas do oceano. Os protagonistas são o naturalista Pierre Aronaxx, seu criado Conselho e o truculento arpoador canadense Ned Land. Durante uma expedição da Marinha americana para caçar uma misteriosa criatura que vinha afundando navios ao redor do mundo, eles caem no mar e acabam no ventre do monstro, que, descobrem, não é um animal, e sim um grande submarino elétrico.
Hóspedes/prisioneiros do enigmático Capitão Nemo, o trio viaja a bordo do Nautilus por todos os oceanos e explora a vida e os mistérios das profundezas, dos trópicos aos polos.
Neuromancer, de William Gibson
Clássico representante do gênero cyberbunk, o romance Neuromancer, de William Gibson, apresenta um mundo sujo, pecaminoso, sem heróis, típico de autores como Philip K. Dick. Anos antes da criação da internet, o livro introduz na literatura o conceito de “ciberespaço”: a  “Matrix”, um mundo virtual que pode ser acessado, via implantes neurais, por “cowboys” como Case, o protagonista.
Renegado e contaminado por uma toxina que o impede de entrar na Matrix, Case é reabilitado após ser contratado por um misterioso grupo que quer que ele invada o ciberespaço para roubar dados sigilosos. Acompanhado pela sensual guarda-costas Molly, ele mergulha num mundo de intriga de corporações e cai no jogo de uma poderosa inteligência artificial.
O Planeta dos Macacos, de Pierre Boulle
O livro de Pierre Boulle é menos conhecido que o filme homônimo estrelado por Charlton Heston. A história do filme, baseada no romance, aproveita o clima da Guerra Fria e o medo de uma hecatombe nuclear para mostrar como a humanidade poderia se destruir e ser suplantada por outra raça.
No livro, não há uma Estátua da Liberdade enterrada na areia, como no filme, (ops, um spoiler!), mas o conflito central é o mesmo: um astronauta chega a um longínquo planeta e lá encontra uma civilização de macacos que oprime humanos subdesenvolvidos, tratados como animais selvagens.
O romance é uma alegoria para mostrar que corremos o risco, como civilização, de valorizar mais a imitação que a originalidade e a ideia do autor é que os processos e costumes repetitivos e pouco refletidos da civilização industrial estão levando o homem a uma involução.
Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley
Uma das mais impressionantes distopias da literatura, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, descreve um futuro distante em que a Terra é dominada pelo Estado Mundial, onde Henry Ford é adorado como um deus (literalmente) e as pessoas não nascem mais do ventre materno e sim de linhas de montagem em que são manipuladas e condicionadas para se ajustarem a castas específicas.
Se outras distopias totalitárias apresentam um governo que oprime a sociedade pela dor, o Estado Mundial huxleyano o faz por meio do prazer. Todos os indivíduos de todas as castas, cada qual cumprindo o seu papel social específico, se sentem felizes e realizados graças aos condicionamentos por que passaram desde antes de nascer. E, em casos de depressão residual, basta tomar um comprimido de soma, a droga sem efeitos colaterais desenvolvida pelo governo para erradicar a tristeza.
Huxley faz uma descrição alegórica da sociedade de consumo, da indústria da satisfação, do fetiche da mercadoria, da erotização da infância, mostrando uma ditadura que elimina o indivíduo reduzindo-o ao hedonismo.
Previsão próxima postagem- 20/05
Tema:  Diário escolar e abordagens à crônicas em geral